Através da análise da empresa Bar Gaivota, tivemos a oportunidade de conhecer toda sua dinâmica, história, atuação no mercado. O mais importante a ressaltar é que nos foi propiciado a aplicação da teoria aprendida em aula ao trabalho realizado com esta empresa e isso é de vital importância para a formação dos profissionais que seremos no futuro, atuando em uma empresa familiar ou não. A partir desse trabalho obtivemos um profundo conhecimento de como funciona, na prática, o modelo dos três círculos, assim como a formação de um acordo societário.
Com uma extensa análise empírica, conseguimos atingir um nível mais alto em termos de raciocínio sobre o livro “De geração para Geração” usado como material de apoio durante o planejamento e desenvolvimento deste trabalho. Através do mesmo foi mais fácil compreender a integração familiar e de pessoal que existe por trás de uma empresa para que a mesma consiga atingir um bom desempenho e vários demonstrativos de conflitos que ocorrem durante o decorrer de sua vida, desde a abertura das portas até sua maturidade.
Temos uma certeza cada vez maior de que, para uma organização familiar prosperar, é necessário que todos respeitem suas respectivas posições no modelo dos três círculos, que é o que ocorre hoje no Bar Gaivota . Por ser uma empresa de pequeno porte na qual poucos dos colaboradores não fazem parte da família, torna-se mais fácil a aplicação deste modelo.
Durante todo o trabalho, obtivemos informações diretamente da nossa colega Indiel, futura sucessora do Bar Gaivota. Acompanhamos neste período toda movimentação, crescimento e dificuldades encontradas pela família para a chegada de uma nova temporada de veraneio.
De maneira ampla, ficamos muito satisfeitos com todas as abordagens e tópicos vistos durante este estudo e cremos que serão fundamentais no decorrer de nossas vidas profissionais, tanto como funcionários quanto como possíveis donos de empresas.
O mais interessante no presente trabalho, foi constatar a maneira que o filho do fundador, Índio José, dedicou tantos anos de sua vida para o Bar Gaivota, estando ao lado do pai desde a abertura em 1963, e deixando sua infância em segundo plano para dedicar-se no crescimento e na expansão do empreendimento. Desde então, Índio deixa explícita a vontade de ser o sucessor, tanto que, quando o seu pai resolve vender o Bar Gaivota por estar com uma certa idade e cansado deste segmento, Índio é o primeiro e único filho a impor-se contra a venda do negócio, pedindo assim que seu pai passasse o estabelecimento para seu nome (por motivos diversos da época, o Bar Gaivota foi registrado em nome de Jalva, esposa de Índio), e isso mostra que a passagem do bastão foi feita de forma natural e sem conflitos.
Devemos chamar a atenção para o fato de que todos os filhos dos sócios são questionados quando a vontade de trabalhar na empresa, sendo eles selecionados pela sua idade, preparação acadêmica, bem como por outros requisitos do código societário, algo que consideramos nobre.
Com uma extensa análise empírica, conseguimos atingir um nível mais alto em termos de raciocínio sobre o livro “De geração para Geração” usado como material de apoio durante o planejamento e desenvolvimento deste trabalho. Através do mesmo foi mais fácil compreender a integração familiar e de pessoal que existe por trás de uma empresa para que a mesma consiga atingir um bom desempenho e vários demonstrativos de conflitos que ocorrem durante o decorrer de sua vida, desde a abertura das portas até sua maturidade.
Temos uma certeza cada vez maior de que, para uma organização familiar prosperar, é necessário que todos respeitem suas respectivas posições no modelo dos três círculos, que é o que ocorre hoje no Bar Gaivota . Por ser uma empresa de pequeno porte na qual poucos dos colaboradores não fazem parte da família, torna-se mais fácil a aplicação deste modelo.
Durante todo o trabalho, obtivemos informações diretamente da nossa colega Indiel, futura sucessora do Bar Gaivota. Acompanhamos neste período toda movimentação, crescimento e dificuldades encontradas pela família para a chegada de uma nova temporada de veraneio.
De maneira ampla, ficamos muito satisfeitos com todas as abordagens e tópicos vistos durante este estudo e cremos que serão fundamentais no decorrer de nossas vidas profissionais, tanto como funcionários quanto como possíveis donos de empresas.
O mais interessante no presente trabalho, foi constatar a maneira que o filho do fundador, Índio José, dedicou tantos anos de sua vida para o Bar Gaivota, estando ao lado do pai desde a abertura em 1963, e deixando sua infância em segundo plano para dedicar-se no crescimento e na expansão do empreendimento. Desde então, Índio deixa explícita a vontade de ser o sucessor, tanto que, quando o seu pai resolve vender o Bar Gaivota por estar com uma certa idade e cansado deste segmento, Índio é o primeiro e único filho a impor-se contra a venda do negócio, pedindo assim que seu pai passasse o estabelecimento para seu nome (por motivos diversos da época, o Bar Gaivota foi registrado em nome de Jalva, esposa de Índio), e isso mostra que a passagem do bastão foi feita de forma natural e sem conflitos.
Devemos chamar a atenção para o fato de que todos os filhos dos sócios são questionados quando a vontade de trabalhar na empresa, sendo eles selecionados pela sua idade, preparação acadêmica, bem como por outros requisitos do código societário, algo que consideramos nobre.
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