terça-feira, 9 de novembro de 2010

EXPANSÃO/FORMALIZAÇÃO

Aborda as influências que alteraram consequentemente o negócio, além de mostrar as oportunidades que o fundador obteve em sua jornada. Surgindo a oportunidade de comprar o Bar Gaivota, Romeu não perdeu a chance e colocou todo o seu investimento, força e energia neste seu novo empreendimento.

O fundador sempre teve sua própria produção alimentícia para o bar, sem investir em industrializados. Ele tinha a opinião de que um produto artesanal de qualidade trazia uma maior lucratividade.

No período da manhã, o bar atendia mais senhoras casadas e suas famílias, normalmente pessoas caucasianas, geralmente donas de casas que consumiam em geral água mineral e pastel. À tarde, o público era em geral afro-descendente, normalmente empregados das famílias da região, que consumiam mais cerveja e batata frita.


Surgiram muitas oportunidades e ameaças para o Bar Gaivota. Em 1975, começaram a surgir os primeiros concorrentes que vendiam milho em seus carrinhos.

A movimentação financeira era alta, pois eram os únicos estabelecimentos para alimentação em toda região da orla da praia de Tramandaí. O movimento se concentrava no Bar Gaivota. O fundador aplicava preços para ter um lucro de 10% sobre o valor dos produtos que vendia (apenas de cerveja eram em torno de 200 caixas por dia).

Além dos filhos, o fundador contratava pessoas que já trabalhavam nos negócios de Porto Alegre, além de amigos necessitados, para trabalhar com ele. Cada um dos funcionários tinha um quarto em cima do bar. Romeu, colocava os filhos para atenderem no balcão e os funcionários na limpeza e organização do bar. A esposa e as filhas, quando iam visitar, ficavam na cozinha. O fundador ficava na famosa mesa da caipira onde fazia os coquetéis e cuidava do caixa.

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